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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Esperança de medicamentos com menos efeitos colaterais!

Bem, fiz a terapia tripla com ribavirina, telaprevir e interferon e os efeitos desses  medicamentos são muito pesados. Espero que os medicamentos em teste realmente tragam mais conforto aos pacientes, com menos efeitos colaterais. Hoje tomei minha última injeção de interferon... venci esse tratamento tão doloroso e longo!

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-minas/t/edicoes/v/novos-medicamentos-contra-hepatite-c-distribuidos-de-graca-dao-esperanca-aos-pacientes/2826432/

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular realizam debates sobre as hepatites virais B e C

IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular realizam debates sobre as hepatites virais B e C



Nos dias 5 e 6 de setembro, o Ambulatório de Hepatites Virais do Instituto Alfa de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da UFMG promove o IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular. Médicos, pesquisadores hepatologistas e infectologistas de várias partes do Brasil estarão reunidos para discutir as vertentes das hepatites virais crônicas B e C em toda a sua complexidade. O evento acontece no Hotel San Diego (Av. Álvares Cabral, 1181 – Lourdes) e as inscrições podem ser feitas pelo site www.cursoseeventos.ufmg.br. Basta clicar no link evento e buscar pelo nome do curso.

A iniciativa é voltada para todos os profissionais que trabalham com pacientes com hepatites virais, na sua prática clínica, e também para pesquisadores, estudantes de pós-graduação e graduação envolvidos nos serviços de atendimento a pacientes com essas doenças.

O objetivo do evento é proporcionar ao público presente uma troca de experiências, atualizações científicas sobre o tratamento das hepatites virais crônicas B e C e discussões de casos clínicos reais sobre o tratamento dessas doenças. Além das hepatites virais, também serão abordadas atualizações dos aspectos diagnósticos e terapêuticos do carcinoma hepatocelular, principal tipo de câncer do fígado, da cirrose e suas complicações e da doença hepática gordurosa não alcoólica.

O IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular contam com o patrocínio de indústrias farmacêuticas e com o apoio da Sociedade Brasileira de Hepatologia, da Sociedade Brasileira de Infectologia, do Governo do Estado de Minas Gerais, do Hospital das Clínicas da UFMG, da Faculdade de Medicina da UFMG e do Conselho Regional de Medicina.

(Assessoria de Imprensa do IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular)
Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG
jornalismo@medicina.ufmg.br

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Ministério amplia idade para vacinação contra hepatite B.

O governo, por meio do Ministério da Saúde, ampliou a faixa etária para vacinação contra hepatite B nos postos de saúde, de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo publicadas neste sábado. Até o início deste ano, o Sistema Único de Saúde (Sus) oferecia a vacina para pessoas de até 29 anos e integrantes dos grupos de risco (profissionais da saúde, manicures e prostitutas), mas agora a população em geral pode receber a vacina até os 49 anos. A hepatite B é uma doença sexualmente transmissível, também transmitida pelo contato com sangue e materiais cortantes infectados e cerca de 2,3 milhões de brasileiros devem ter hepatite, 800 mil delas a tipo B, diz o jornal.

Conforme a publicação, os postos não devem cobrar comprovação de idade para quem aparentar ter mais de 50 anos, o que, na prática, amplia ainda mais a faixa etária. Segundo Jarbas Barbosa, secretário de vigilância em saúde, o governo está pensando em uma eliminação futura da doença e, com o aumento da faixa etária, consegue cobrir toda a população onde há uma indicação bem evidente da vantagem da vacinação. O governo deve divulgar as mudanças no dia mundial contra as hepatites virais, em 28 de julho.

Fonte: Terra

Portadores de hepatite B ou C terão mesmos benefícios que doentes de Aids

Foi aprovado no Senado o projeto de lei nº 11/2011, de autoria de Alvaro Dias, que altera a legislação para garantir aos portadores das formas crônicas da hepatite B ou da hepatite C os mesmos benefícios concedidos aos portadores de AIDS. O senador apresentou sua proposta após ter recebido inúmeros apelos de pessoas acometidas desta doença, e que revelaram as dificuldades de tratamento, especialmente na saúde pública. “É quase impossível às pessoas com essa doença receber o tratamento adequado, que é caro e inexistente nos hospitais públicos. Com a aprovação do projeto, quem for acometido por este mal receberá diversos benefícios. Essa medida, além de demonstrar solidariedade com o sofrimento dessas pessoas, promove a justiça e a isonomia de tratamento”, reiterou o senador. Pelo projeto, portadores de hepatite B ou C terão os seguintes benefícios: percepção de proventos integrais pelos servidores públicos federais aposentados por invalidez; reforma militar (nos termos da Lei nº 6.880/1998); pensão especial para a viúva de militar ou funcionário civil (nos termos da Lei nº 3.738/1960); auxílio-doença ou aposentadoria, independentemente do período de carência, para o segurado que, após filiação à Previdência Social, vier a manifestar a doença, bem como a pensão por morte aos seus dependentes; e levantamento dos valores correspondentes ao FGTS, independentemente de rescisão do contrato individual de trabalho ou de qualquer outro tipo de pecúlio a que o paciente tenha direito. Como foi aprovado em caráter terminativo, o projeto agora segue para a Câmara dos Deputados. Leia mais sobre o projeto. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Fonte: Blog do Alvaro Dias

domingo, 14 de outubro de 2012

Entrevista no Revista BHNews

Fomos convidadas, eu e Dra Rosângela Teixeira,  para falarmos sobre a hepatite C no programa Revista BHNews, com a simpática  Angélica Hodge. Dra Rosângela fala de maneira clara sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento das hepatites, vale a pena conferir. Desculpem-me pela demora em postar. 



domingo, 26 de agosto de 2012

Concurso do Ministério da Saúde!




Concurso cultural Arte, Prevenção e Hepatites Virais para Tatuadores e Manicures.


HEPATITES AMEAÇAM MANICURES E TATUADORES



O Ministério da Saúde alerta que cerca de 33 mil novas pessoas são infectadas por ano no Brasil por hepatites virais. Manicures e tatuadores são os mais vulneráveis à hepatite.

De olho na proteção dessas pessoas, o Ministério da Saúde abriu o concurso cultural Arte, Prevenção e Hepatites Virais para Tatuadores e Manicures.

As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de setembro. Os prêmios vão de televisões a quantias de R$ 2 mil e R$ 5 mil. O edital está disponível na internet, no site do Ministério da Saúde.

De acordo com o Ministério, tatuadores e manicures trabalham direto com instrumentos cortantes e perfurantes, sob constante risco de contato com sangue de clientes.

Atualmente, existem três principais tipos identificados de hepatite, uma doença do fígado: A, B e C. Entre 1999 e 2011, foram registrados 120 mil casos da hepatite B e 82 mil da C. A hepatite A tem tido queda de incidência, com 3,6 mil casos em 2011.

De acordo com a médica infectologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB), Celeste Silveira, muitas pessoas contraem a hepatite A e não sabem que estão contaminadas. Celeste explicou que o principal tratamento é repousar, para estimular as defesas do organismo.

As hepatites B e C são transmitidas sexualmente ou pela via sanguínea. O contágio é feito por meio de sexo sem preservativo e do uso de materiais não esterilizados e de uso compartilhado – como agulhas, alicates e instrumentos cirúrgicos e odontológicos.

Os principais sintomas são febre, icterícia (aspecto amarelado na pele e nos olhos) e mal-estar. A faixa etária mais atingida por esses tipos é entre 20 e 39 anos.

A principal diferença entre os tipos B e C de hepatite é o risco de a doença se tornar crônica. Os sintomas são semelhantes, assim como o tratamento, feito com imunomoduladores – como o interferon – e outros antivirais administrados concomitantemente.

Inscrições no site: www.aids.gov.br/artehepatites

Fonte: BHAZ.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Dois novos remédios na rede pública para hepatite C

Telaprevir e boceprevir serão usados por pacientes com cirrose 



Pacientes com hepatite C terão acesso a duas novas drogas na rede pública em 2013, anunciou o ministério da Saúde. O telaprevir e boceprevir serão usados por pacientes com cirrose e fibrose avançadas, população estimada em 5.500 pessoas.

As duas drogas alcançam até 80% de eficácia, contra os cerca de 40% de sucesso da medicação usada hoje.


Dados da doença
A hepatite designa qualquer inflamação do fígado que pode acometer pessoas de ambos os sexos e faixas etárias. Pode ser causada por diversos fatores: vírus (A,B,C, D e E), infecções, abuso de álcool, medicamentos ou drogas, doenças autoimunes. O tratamento pode ser feito à base de remédios aliados a uma dieta pobre em gordura e rica em carboidratos. Entretanto, em sua forma aguda, não existe tratamento.

Dados do ministério indicam que há cerca de 1,5 milhão de brasileiros infectados pelo vírus da hepatite C, responsável por 70% das hepatites crônicas, 40% dos casos de cirrose e 60% dos cânceres primários de fígado. Da infecção até a fase da cirrose hepática, a doença pode passar despercebida por até 30 anos.

Cerca de 33 mil novos casos de hepatites virais são notificados a cada ano no Brasil. O maior número de infecções nos últimos 14 anos é de hepatite B, totalizando 120 mil casos entre 1999 e 2011.

Os dados apontam ainda que a região Sudeste concentra a maioria das notificações da hepatite B (36,3%), seguida pelo Sul (31,6%). A relação sexual, de acordo com a pasta, é a forma predominante de transmissão (52,7%). A doença atinge principalmente a faixa etária de 20 a 39 anos.

No mesmo período, foram registrados 82 mil casos da hepatite C no País. A maior parte das pessoas infectadas vive nas regiões Sul e Sudeste (90%), com destaque para os Estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul, com 56,9% e 13%, respectivamente.

A taxa de incidência da hepatite A vêm caindo significativamente desde 2006. Em 2005, quando ocorreu o ápice da doença, eram 11,7 mil infectados para cada 100 mil habitantes, enquanto que a taxa foi 3,6 mil em 2011. A região Norte aparece com a maior incidência (15,6), seguida pelo Sudeste (1,5). As crianças com 5 anos ou mais são as mais afetadas (36,8%).

A hepatite D acomete somente pessoas que já têm o tipo B da doença. Entre 1999 e 2011, foram notificados 2.197 casos, sendo a maioria na região Norte (76,4%), com destaque para o Amazonas (37%) e o Acre (29,3%).

Fonte: Ministério da Saúde

Eu não poderei fazer o tratamento com Telaprevir e boceprevir , porque graças a Deus não tenho nenhuma lesão no fígado. Fica nossa torcida para aqueles pacientes que receberão, torço para que o tratamento seja eficaz e que consigam a cura. :D

sábado, 28 de julho de 2012

28 de JULHO - HOJE É O DIA MUNDIAL DE COMBATE ÀS HEPATITES VIRAIS!



  • Para o Presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), as hepatites virais são as maiores endemias mundiais.
  • A SBH informa que País não está preparado para enfrentar essa epidemia grave e silenciosa.
  • Estima-se que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas com o vírus da hepatite B, cuja transmissão também é sexual, e aproximadamente 170 milhões com hepatite C.
  • Uma a cada 12 pessoas no mundo está infectada, será que você não é o número 12?
  • o Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais (28 de julho) é uma importante data para falar de uma das doenças que mais matam em todo o mundo.
  • A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2 bilhões de pessoas tenham sido infectadas pelas hepatites virais e cerca de um milhão morrem em virtude da doença todos os anos.
  • Faça o teste, é simples, quanto mais rápido o diagnóstico maior a chance de cura.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Brasil registra cerca de 33 mil novos casos de hepatites virais por ano


Levantamento divulgado hoje (25) pelo Ministério da Saúde indica que cerca de 33 mil novos casos de hepatites virais são notificados a cada ano no Brasil. O maior número de infecções nos últimos 14 anos é por hepatite B, totalizando 120 mil casos entre 1999 e 2011.
Os dados apontam ainda que a Região Sudeste concentra a maioria das notificações da hepatite B (36,3%), seguida pelo Sul (31,6%). A relação sexual, de acordo com a pasta, é a forma predominante de transmissão (52,7%). A doença atinge principalmente a faixa etária de 20 a 39 anos.
No mesmo período, foram registrados 82 mil casos da hepatite C no país. A maior parte das pessoas infectadas vive nas regiões Sul e Sudeste (90%), com destaque para os estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul, com 56,9% e 13%, respectivamente.
A taxa de incidência da hepatite A vêm caindo significativamente desde 2006. Em 2005, quando ocorreu o ápice da doença, eram 11,7 mil infectados para cada 100 mil habitantes, enquanto que a taxa foi 3,6 mil em 2011. A Região Norte aparece com a maior incidência (15,6), seguida pelo Sudeste (1,5). As crianças com 5 anos ou mais são as mais afetadas (36,8%).
A hepatite D acomete somente pessoas que já têm o tipo B da doença. Entre 1999 e 2011, foram notificados 2.197 casos, sendo a maioria na Região Norte (76,4%), com destaque para o Amazonas (37%) e o Acre (29,3%).
Fonte:  Agência Brasil
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Menores de 29 anos devem se vacinar contra a Hepatite B

Dia Mundial contra as Hepatites Virais: 28 de julho

Sábado, 28 de julho, será o Dia Internacional de Combate às Hepatites Virais. A ideia é chamar a atenção dos países sobre a importância da conscientização e do entendimento da população sobre essas doenças virais que provocam inflamação no fígado.
Estima-se que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas com o vírus da hepatite B, cuja transmissão também é sexual, e aproximadamente 170 milhões com hepatite C.
A Hepatite é uma inflamação no fígado, órgão responsável por filtrar as substâncias nocivas do organismo. É uma doença que pode ter várias causas: drogas como o álcool e medicamentos e, principalmente por vírus. As de maior relevância no Brasil são as hepatites A, B e C. A hepatite A, em geral, tem um curso benigno e sem repercussões mais graves. Raramente evolui para casos com necessidade de transplante de fígado. A hepatite B pode requerer acompanhamento e tratamento devido ao risco de cirrose e câncer primário do fígado, mas não sempre. Já a hepatite C é silenciosa, isto é, os portadores geralmente não apresentam qualquer manifestação clínica.
Em grande parte dos casos, as hepatites virais são doenças silenciosas, o que reforça a necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os vários tipos de hepatites. Geralmente, quando os sintomas aparecem à doença já está em estágio mais avançado. E os mais comuns são: febre, fraqueza, mal-estar, dor abdominal, enjoo/náuseas, vômitos, perda de apetite, urina escura (cor de café), icterícia (olhos e pele amarelados), fezes esbranquiçadas (como massa de vidraceiro).
Hepatite B
A Hepatite do tipo B é uma doença infecciosa cujo vírus VHB está presente no sangue, no esperma e no leite materno, sendo considerada uma doença sexualmente transmissível. As vias de transmissão são: por relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada, da mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação, ao compartilhar material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos), de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou de confecção de tatuagem e colocação de piercings, por recepção de sangue contaminado.
A maioria dos casos de hepatite B não apresenta sintomas. Mas, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de um a seis meses após a infecção. O diagnóstico da hepatite B é feito por meio de exame de sangue específico.
Previna-se
Basta tomar as três doses da vacina, usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, material de manicure e pedicure, equipamentos para uso de drogas, confecção de tatuagem e colocação de piercings. O preservativo está disponível na rede pública de saúde. Além disso, toda mulher grávida precisa fazer o pré-natal e os exames para detectar a hepatites, a AIDS e a sífilis. Esse cuidado é fundamental para evitar a transmissão de mãe para filho.
Vacina contra a Hepatite B
Atualmente, o Sistema Único de Saúde disponibiliza gratuitamente vacina contra a hepatite B em qualquer posto de saúde. Mas, é necessário: ter até 29 anos; pertencer ao grupo de maior vulnerabilidade (independentemente da idade) - gestantes, trabalhadores da saúde, bombeiros, policiais, caminhoneiros, manicures, populações indígenas, doadores de sangue, gays, lésbicas, travestis e transexuais, profissionais do sexo, usuários de drogas, portadores de DST. A imunização só é efetiva quando se toma as três doses, com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.

EVENTOS SOBRE HEPATITES VIRAIS EM SERGIPE:
SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO EM HEPATITES VIRAIS SOBRE PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO LABORATORIAL E TRATAMENTO DIRIGIDO AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE.
DATA: 26 de julho 2012
LOCAL: Centro de Convenções - CIC (ao lado do Teatro Tobias Barreto)
HORÁRIO: 08 às 12 h
OFICINA PARA PROFISSIONAIS DE BELEZA E TATUADORES SOBRE AS HEPATITES VIRAIS E SUAS INTERFACES COM PROFISSIONAIS DE SALÃO DE BELEZA E STÚDIOS DE TATUAGEM E BODY PIERCING, COM DISPONIBILIZAÇÃO DA VACINA CONTRA A HEPATITE B.
DATA: 30 de julho 2012
LOCAL: Centro de Convenções - CIC (ao lado do Teatro Tobias Barreto)
HORÁRIO: 14 às 17 h

Fonte: Infonet - Almir Santana

sábado, 21 de julho de 2012

28 de julho é o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais

Os diferentes tipos da doença,  saiba como se prevenir.

No dia 28 de julho comemora-se o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, que tem como objetivo melhorar a conscientização da população sobre o vírus da hepatite e quais as suas consequências. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano mais de dois bilhões de pessoas são infectadas por hepatites virais e cerca de um milhão morrem em decorrência da doença.

A hepatite é caracterizada por uma inflação no fígado, órgão que funciona como filtro do organismo. Segundo a hepatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Débora Dourado, o diagnóstico da doença é feito por meio de exame de sangue, para identificar um aumento significativo das enzimas do fígado devido à destruição do tecido hepático. O diagnóstico também pode ser obtido a partir da sorologia, que verifica o tipo de hepatite, e da biopsia do fígado, indicada para pacientes que sofrem de hepatite há mais de seis meses. Os principais sintomas são pele amarelada (icterícia), febre, enjoos, urina escura e fezes claras.

As cinco variações da doença: Hepatite A - Pode ser transmitida pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Uma vez que não existe uma medicação específica para esse tipo de hepatite, a definição do tratamento varia conforme os sintomas, como febre e enjoos, com curta duração. Há chances de cura em 99% dos casos.

Hepatite B - É transmitida por meio de contato sexual, transfusão de sangue, via placento-fetal, ou seja, da mãe para o bebê, e pelo compartilhamento de agulhas, seringas e materiais cortantes, como alicates de unha e barbeador. “Até 50% dos casos de hepatites B podem se tornar crônicos, evoluindo para cirrose ou câncer de fígado”, explica a especialista. “Em outros casos, a hepatite pode ser resolvida com tratamento sintomático, que é feito de acordo com os sintomas do paciente”.

Hepatite C - Do tipo viral, a hepatite C pode ser adquirida em transfusão de sangue e, assim como a hepatite B, é possível ser transmitida por objetos cortantes, utilizados por mais de uma pessoa. Essa variação da doença também pode acarretar em câncer de fígado ou cirrose e o tratamento varia conforme os sintomas. A gravidade desse tipo de hepatite é identificada conforme os exames de sangue e biopsia realizados com o paciente. A Hepatite C também pode evoluir para cirrose ou câncer de fígado.

Hepatite D - Manifesta-se em pessoas portadoras da hepatite B. Os sintomas dessa patologia são náuseas, mal-estar e icterícia (pele amarelada). O paciente com essa variação da hepatite tem maiores chances de desenvolver a forma aguda da doença e precisar de transplante de fígado.

Hepatite E - Muito semelhante ao quadro clínico da hepatite A, é do tipo não crônico e se manifesta, principalmente, em lugares com saneamento básico precário, por conta da contaminação da água e de alimentos. Raramente esse tipo de hepatite é transmitido diretamente de uma pessoa para a outra.

Segundo a especialista, além de receber a vacina contra a doença, é importante seguir algumas orientações para evitar o contágio: ingerir somente água tratada e alimentos higienizados, praticar sexo sempre com proteção, não ingerir medicamentos sem orientação médica e evitar compartilhar seringas e materiais cortantes são algumas dicas essenciais. “O contágio pode acontecer de maneira simples, até mesmo na manicure, por isso o ideal é ter um alicate de uso único e sempre esterilizado”, explica a médica.

Fonte: Portal Fator Brasil.

domingo, 15 de julho de 2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Nova vacina!

Ministério da Saúde inclui nova vacina em calendário infantil.
Chamada de pentavalente, a vacina reúne em uma única dose a proteção contra cinco doenças.





A partir de agosto, a vacina pentavalente estará disponível em toda a rede pública de saúde para bebês de dois, quatro e seis meses de idade. Com apenas uma dose, a nova vacina vai proteger as crianças contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo B e hepatite B). Atualmente, essa imunização é oferecida em duas vacinas separadas, ou seja, a tetravalente e a vacina contra a hepatite B.

O ministro da Saúde Alexandre Padilha reforça os benefícios gerados com a inclusão da pentavalente:

— As vacinas combinadas possuem vários benefícios, entre eles o fato de reunir, em apenas uma injeção, vários componentes imunobiológicos. Além disso, os pais ou responsáveis precisarão ir menos aos postos de vacinação, o que poderá resultar em uma maior cobertura vacinal.

A implantação da pentavalente no calendário deve gerar uma economia de R$ 700 mil ao ano, devido à redução no preço da vacina, além da diminuição do custo de operacionalização (transporte, armazenamento, seringas e agulhas).

Com o novo esquema, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro a partir dos 12 meses e o segundo entre 4 e 6 anos. Mesmo assim, os recém-nascidos devem continuar recebendo a primeira dose da vacina hepatite B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical.

No prazo de quatro anos, o Ministério da Saúde deverá transformar a pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite e meningite C conjugada.

Fonte:Fabiana Grillo, do R7 Notícias.

domingo, 8 de julho de 2012

Álcool, cigarro e maconha podem acelerar o dano hepático em portadores de hepatite C

Estudo publicado no Journal of Hepatology pesquisou os fatores ambientais e culturais que podem estar associados a uma maior velocidade na progressão do dano causado ao fígado pelo vírus da hepatite C, objetivando realizar recomendações para evitar a progressão da doença a todos àqueles que não podem ser tratado ou que não respondem ao tratamento. 

Os autores relatam que muitos estudos já comprovaram que a ingestão de bebidas alcoólicas, inclusive em quantidades moderadas, resulta na aceleração da fibrogênesis com a conseqüente aceleração do grau de fibroses. 

Outros estudos demonstram que o cigarro pode aumentar a atividade necro inflamatória devido a mudanças desencadeadas por baixos níveis de oxigênio no sangue dos fumantes, aumentando dessa forma o dano ao fígado. 

Finalmente os autores observaram que o uso continuo da maconha (cannabis) também é um fator que acelera a velocidade de progressão de destruição das células hepáticas e o aparecimento de graus mais elevados de fibroses. Alertam que o grau de esteatoses e maior entre portadores de hepatite C usuários de maconha que no resto dos infectados. 

Concluem os autores que os médicos devem alertar os pacientes sobre o impacto negativo que possuem o álcool, o cigarro e a maconha sobre a expectativa futura na progressão da doença, devendo se oferecer apoio para conseguir a abstinência. 

Considero que as mesmas recomendações devem ser feitas aos portadores de hepatite B e, que os grupos de apoio aos pacientes devem ser mais insistentes nessas recomendações.

Fonte:
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo