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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Esperança de medicamentos com menos efeitos colaterais!

Bem, fiz a terapia tripla com ribavirina, telaprevir e interferon e os efeitos desses  medicamentos são muito pesados. Espero que os medicamentos em teste realmente tragam mais conforto aos pacientes, com menos efeitos colaterais. Hoje tomei minha última injeção de interferon... venci esse tratamento tão doloroso e longo!

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-minas/t/edicoes/v/novos-medicamentos-contra-hepatite-c-distribuidos-de-graca-dao-esperanca-aos-pacientes/2826432/

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular realizam debates sobre as hepatites virais B e C

IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular realizam debates sobre as hepatites virais B e C



Nos dias 5 e 6 de setembro, o Ambulatório de Hepatites Virais do Instituto Alfa de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da UFMG promove o IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular. Médicos, pesquisadores hepatologistas e infectologistas de várias partes do Brasil estarão reunidos para discutir as vertentes das hepatites virais crônicas B e C em toda a sua complexidade. O evento acontece no Hotel San Diego (Av. Álvares Cabral, 1181 – Lourdes) e as inscrições podem ser feitas pelo site www.cursoseeventos.ufmg.br. Basta clicar no link evento e buscar pelo nome do curso.

A iniciativa é voltada para todos os profissionais que trabalham com pacientes com hepatites virais, na sua prática clínica, e também para pesquisadores, estudantes de pós-graduação e graduação envolvidos nos serviços de atendimento a pacientes com essas doenças.

O objetivo do evento é proporcionar ao público presente uma troca de experiências, atualizações científicas sobre o tratamento das hepatites virais crônicas B e C e discussões de casos clínicos reais sobre o tratamento dessas doenças. Além das hepatites virais, também serão abordadas atualizações dos aspectos diagnósticos e terapêuticos do carcinoma hepatocelular, principal tipo de câncer do fígado, da cirrose e suas complicações e da doença hepática gordurosa não alcoólica.

O IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular contam com o patrocínio de indústrias farmacêuticas e com o apoio da Sociedade Brasileira de Hepatologia, da Sociedade Brasileira de Infectologia, do Governo do Estado de Minas Gerais, do Hospital das Clínicas da UFMG, da Faculdade de Medicina da UFMG e do Conselho Regional de Medicina.

(Assessoria de Imprensa do IV Simpósio de Hepatites Virais de Minas Gerais e II Fórum de Carcinoma Hepatocelular)
Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG
jornalismo@medicina.ufmg.br

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Portadores de hepatite B ou C terão mesmos benefícios que doentes de Aids

Foi aprovado no Senado o projeto de lei nº 11/2011, de autoria de Alvaro Dias, que altera a legislação para garantir aos portadores das formas crônicas da hepatite B ou da hepatite C os mesmos benefícios concedidos aos portadores de AIDS. O senador apresentou sua proposta após ter recebido inúmeros apelos de pessoas acometidas desta doença, e que revelaram as dificuldades de tratamento, especialmente na saúde pública. “É quase impossível às pessoas com essa doença receber o tratamento adequado, que é caro e inexistente nos hospitais públicos. Com a aprovação do projeto, quem for acometido por este mal receberá diversos benefícios. Essa medida, além de demonstrar solidariedade com o sofrimento dessas pessoas, promove a justiça e a isonomia de tratamento”, reiterou o senador. Pelo projeto, portadores de hepatite B ou C terão os seguintes benefícios: percepção de proventos integrais pelos servidores públicos federais aposentados por invalidez; reforma militar (nos termos da Lei nº 6.880/1998); pensão especial para a viúva de militar ou funcionário civil (nos termos da Lei nº 3.738/1960); auxílio-doença ou aposentadoria, independentemente do período de carência, para o segurado que, após filiação à Previdência Social, vier a manifestar a doença, bem como a pensão por morte aos seus dependentes; e levantamento dos valores correspondentes ao FGTS, independentemente de rescisão do contrato individual de trabalho ou de qualquer outro tipo de pecúlio a que o paciente tenha direito. Como foi aprovado em caráter terminativo, o projeto agora segue para a Câmara dos Deputados. Leia mais sobre o projeto. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Fonte: Blog do Alvaro Dias

domingo, 9 de dezembro de 2012

Principais efeitos adversos do telaprevir e do boceprevir


Com a introdução no tratamento da hepatite C dos inibidores de proteases boceprevir e telaprevir os infectados com o genótipo 1 passam a ter uma possibilidade de cura superior, mas é importante saber que os efeitos adversos também são maiores.

A seguir os principais efeitos adversos dos inibidores de proteases em comparação com o tratamento tradicional, conforme resultados encontrados nos ensaios clínicos de registro dos medicamentos. 


1 - PRINCIPAIS EFEITOS ADVERSOS DO BOCEPREVIR:

- Anemia: No tratamento com interferon peguilado e ribavirina entre 25% e 30% dos pacientes apresentam anemia, já a anemia chega a atingir entre 45% e 50% no tratamento com boceprevir, interferon peguilado e ribavirina. O tratamento dos casos de anemia pode ser feito com a utilização da eritropoetina, reduzindo a dosagem da ribavirina ou recorrendo a transfusões de sangue;

- Disgeusia: É a perda do paladar ou a sensação metálica na boca. No tratamento com interferon peguilado e ribavirina entre 11% e 16% dos pacientes apresentam disgeusia, já a disgeusia chega a atingir entre 35% e 44% no tratamento com boceprevir, interferon peguilado e ribavirina. A recomendação é beber leite com chocolate, mascar chicletes, mascar gengibre conflitado ou balas de menta.

- Neutropenia: É a baixa nos glóbulos brancos colocando o paciente passível de infecções. No tratamento com interferon peguilado e ribavirina entre 10% e 19% dos pacientes apresentam neutropenia, já a neutropenia chega a atingir entre 14% e 25% no tratamento com boceprevir, interferon peguilado e ribavirina. O tratamento dos casos de neutropenia é realizado reduzindo a dosagem do interferon peguilado (raramente necessário) ou a utilização de filgastrina. 


2 - PRINCIPAIS EFEITOS ADVERSOS DO TELAPREVIR:

- Anemia: No tratamento com interferon peguilado e ribavirina 17% dos pacientes apresentam anemia, já a anemia chega a atingir 36% no tratamento com telaprevir, interferon peguilado e ribavirina. O tratamento dos casos de anemia pode ser feito com a utilização da eritropoetina, reduzindo a dosagem da ribavirina ou recorrendo a transfusões de sangue;

- Erupções cutâneas: No tratamento com interferon peguilado e ribavirina 34% dos pacientes apresentam erupções cutâneas, já as erupções cutâneas chegam a atingir 56% no tratamento com telaprevir, interferon peguilado e ribavirina. Até 6% de erupções cutâneas graves foram relatadas na utilização do telaprevir. No tratamento são utilizados anti-histamínicos, corticóides tópicos em pequenas áreas da pele, sendo necessária a interrupção do telaprevir nos casos mais graves.

- Sintomas anorretais: Incluem hemorroidas, desconforto anal e prurido. No tratamento com interferon peguilado e ribavirina 7% dos pacientes apresentam sintomas anorretais, já os sintomas anorretais chegam a atingir 29% no tratamento com telaprevir, interferon peguilado e ribavirina. O tratamento indicado é alimentação com maior quantidade de fibras, aplicação de cremes com hidrocortisona, anestésicos tópicos ou a indicação de medicamentos com loperamida.

Fonte: Carlos Varaldo

domingo, 18 de novembro de 2012

Esperança :D

Cura total da hepatite C está próxima, acreditam especialistas.
Pesquisas apresentadas em congresso internacional apontam que o futuro do tratamento da doença está em remédios mais eficazes e com menos efeitos colaterais

Foto: Divulgação

Exame / De acordo com o médico, o tempo de tratamento cairá de 48 semanas para, no máximo, 24 – metade do tempo.

Medicamentos mais potentes, com menos efeitos colaterais, em doses menores e de administração oral são as novas promessas para o tratamento efetivo da hepatite C , destacam os especialistas brasileiros presentes no Congresso Americano de Doenças do Fígado, encerrado hoje (13) em Boston (EUA).
Embora ainda em fase de pesquisa, a expectativa é que esses remédios estejam disponíveis em dois ou três anos e que novos medicamentos entrem no mercado dentro de oito anos.
“O que vai mudar em curto prazo é a base dessa nova terapêutica, a molécula passará a ser de ação antiviral direta. E as que temos hoje já estarão em sua segunda geração e serão mais potentes e terão menos efeitos adversos”, afirma Fábio Marinho, hepatologista do Hospital das Clínicas da Universidade de Pernambuco e da Beneficência Portuguesa do mesmo estado.
De acordo com o médico, o tempo de tratamento cairá de 48 semanas para, no máximo, 24 – metade do tempo. As doses também devem ficar bem menores e passarão de 12 comprimidos ao dia, em média, para apenas dois. O índice de cura, destaca Marinho, deve passar para quase 100%. “Acredita-se que em oito ou 10 anos, com o que está surgindo de drogas, não teremos Hepatite C no mundo”, diz.
Além disso, muitas das novas drogas vão atingir outros tipos da hepatite. “O genótipo 1 é o mais comum e o mais difícil de ser tratado, mas os lançamentos preveem tratamentos para os tipos 2, 3 e 4, que hoje não são tratados”, relata Edson Parise, presidente eleito para 2013 da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH).
Também nesse mesmo período de três anos, estimam os médicos, o tratamento da hepatite C, que hoje é feito com base na terapia tripla (inibidores de protease + ribarina + interferon), deixará de utilizar o interferon, sem perder eficácia. O grande ganho, neste caso, é a redução dos efeitos colaterais, que costumam atingir 70% dos pacientes.
“Também é uma alternativa a quem não respondeu ao tratamento com o interferon”, pondera Parise. A supressão desse medicamento também deve aumentar a aderência dos pacientes ao tratamento, já que a droga é injetável.

Mudanças
Há dois anos, dois novos medicamentos revolucionaram o tratamento da hepatite C, que hoje atinge mais de 60 mil brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. O surgimento do telaprevir e do boceprevir, ambos inibidores de protease, elevaram os índices de cura da doença de 40% para 70% pela primeira vez em 10 anos.
Em uso há dois anos na Europa e nos Estados Unidos – no Brasil essa terapêutica deve chegar ao Sistema Único de Saúde no início de 2013– a utilização desses dois remédios já está sendo revisada nessas regiões.
“Está havendo um refinamento na maneira de tratar esses pacientes, para evitar efeitos colaterais. Ainda nessa área, estudos mapearam o emprego do remédio em novas situações como em pacientes com HIV e em transplantados, além de pessoas pessoas com insuficiência cardíaca e com cirrose”, conta Parise.
Outro estudo destacado foi o que prevê a redução do uso do telaprevir. “Atualmente o paciente toma o comprimido de 8h em 8h. Um estudo desmonstrou que a medicação pode ser ingerida de 12h em 12h, o que torna o tratamento mais confortável para o paciente e reduz as taxas de abandono”, completa Marinho.

Rumo à erradicação
Apesar dos avanços nas novas tecnologias para lidar com a doença, um dos grandes problemas do país ainda é o diagnóstico. Chamada de doença silenciosa, já que a condição evolui sem sintomas aparentes, rastrear os possíveis doentes ainda é o grande desafio.
“Temos que fazer um movimento para detectar essas pessoas, porque tratar está ficando cada vez mais simples. Estamos caminhando para chegar ao patamar de 100% de cura”, ressalta Parise. Hoje, um simples exame de sangue é capaz de identificar a presença do vírus no corpo. (iG)

Fonte: Jornal aGazeta

sábado, 20 de outubro de 2012

Conselho Regional de Odontologia de São Paulo promove de 22 a 27 deste mês campanha gratuita para detecção do Vírus da Hepatite C


Guerra à Hepatite C


Doença silenciosa, que atinge 1 em cada 33 pessoas no planeta, é alvo da campanha do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo.
Profissionais de saúde, como os cirurgiões-dentistas, expostos ao risco ocupacional formam um dos grupos de alto risco da Hepatite C. Preocupado com essa questão, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo promove de 22 a 27 deste mês campanha gratuita para detecção do Vírus da Hepatite C em vários pontos de São Paulo. O exame também poderá ser realizado sem custos por seu cônjuge, auxiliares e TDP’ s.
A Hepatite é propagada pelo vírus VHC, transmitido quando o sangue contaminado entra na corrente sanguínea. Entre 70% a 85% das infecções pelo vírus da Hepatite C se transformam em casos crônicos, podendo até evoluir para doenças importantes, como cirrose e câncer de fígado.
Vale registrar que o CROSP oferecerá exame gratuito a todos os cirurgiões dentistas do estado nesta campanha que começa agora e se estenderá às demais regiões de São Paulo já nos primeiros meses de 2013.
" A detecção precoce amplia as chances de cura" , informa Emil Razuk, presidente do Conselho. "É um exame rápido, com resposta em menos de dez minutos. É imprescindível que todos façam; lembro que também estaremos realizando o teste para os familiares dos nossos colegas gratuitamente, assim como para auxiliares e TSP’ s" .

Dicas para evitar Hepatite C

A incidência de hepatite C pode ser reduzida pelo rastreamento adequado de doadores de sangue nas últimas décadas. Hoje, apenas 5% dos novos casos são adquiridos dessa forma. A melhor forma de prevenção reside no combate ao uso de drogas endovenosas. Ainda não há perspectiva de uma vacina eficiente. Porém, há alguns cuidados básicos de prevenção:

- Não compartilhar escovas de dentes, equipamentos dentários e lâminas de barbear
- Ter seu próprio kit de manicure e evitar compartilhar alicates de unha
- Cobrir qualquer sangramento
- Evitar o uso de drogas e o compartilhamento de seringas, agulhas, algodão...
- Descartar seringas e agulhas de forma segura

Fonte:  Jornal de Araraquara

Hepatites B e C podem causar câncer, fique atento!

A hepatite b e C podem causar o câncer hepático e a cirrose. A hepatite b tem vacina, a C não! Vale a pena se prevenir, algumas dicas do dia a dia são de extrema importância! Um teste rápido pode ser decisivo para sua saúde! Confiram:

http://globotv.globo.com/rede-globo/bem-estar/t/edicoes/v/teste-rapido-identifica-hepatite-c/2197756/

Lembrando: formas de contágio da Hepatite C

Nunca é pouco lembrar da gravidade da Hepatite C, o vídeo é simples e bem esclarecedor!

domingo, 14 de outubro de 2012

Entrevista no Revista BHNews

Fomos convidadas, eu e Dra Rosângela Teixeira,  para falarmos sobre a hepatite C no programa Revista BHNews, com a simpática  Angélica Hodge. Dra Rosângela fala de maneira clara sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento das hepatites, vale a pena conferir. Desculpem-me pela demora em postar. 



domingo, 26 de agosto de 2012

Concurso do Ministério da Saúde!




Concurso cultural Arte, Prevenção e Hepatites Virais para Tatuadores e Manicures.


HEPATITES AMEAÇAM MANICURES E TATUADORES



O Ministério da Saúde alerta que cerca de 33 mil novas pessoas são infectadas por ano no Brasil por hepatites virais. Manicures e tatuadores são os mais vulneráveis à hepatite.

De olho na proteção dessas pessoas, o Ministério da Saúde abriu o concurso cultural Arte, Prevenção e Hepatites Virais para Tatuadores e Manicures.

As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de setembro. Os prêmios vão de televisões a quantias de R$ 2 mil e R$ 5 mil. O edital está disponível na internet, no site do Ministério da Saúde.

De acordo com o Ministério, tatuadores e manicures trabalham direto com instrumentos cortantes e perfurantes, sob constante risco de contato com sangue de clientes.

Atualmente, existem três principais tipos identificados de hepatite, uma doença do fígado: A, B e C. Entre 1999 e 2011, foram registrados 120 mil casos da hepatite B e 82 mil da C. A hepatite A tem tido queda de incidência, com 3,6 mil casos em 2011.

De acordo com a médica infectologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB), Celeste Silveira, muitas pessoas contraem a hepatite A e não sabem que estão contaminadas. Celeste explicou que o principal tratamento é repousar, para estimular as defesas do organismo.

As hepatites B e C são transmitidas sexualmente ou pela via sanguínea. O contágio é feito por meio de sexo sem preservativo e do uso de materiais não esterilizados e de uso compartilhado – como agulhas, alicates e instrumentos cirúrgicos e odontológicos.

Os principais sintomas são febre, icterícia (aspecto amarelado na pele e nos olhos) e mal-estar. A faixa etária mais atingida por esses tipos é entre 20 e 39 anos.

A principal diferença entre os tipos B e C de hepatite é o risco de a doença se tornar crônica. Os sintomas são semelhantes, assim como o tratamento, feito com imunomoduladores – como o interferon – e outros antivirais administrados concomitantemente.

Inscrições no site: www.aids.gov.br/artehepatites

Fonte: BHAZ.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Atualização no andamento das pesquisas mais promissoras na hepatite C

Novos medicamentos, mais avançados que os inibidores de proteases boceprevir e telaprevir se encontram em desenvolvimento, os quais por apresentarem potencia aumentada e diferentes perfis de resistência viral estão sendo chamados de uma segunda geração de inibidores de proteases. A seguir, como simples atualização, apresento um breve resumo de artigo publicado no "Journal of Viral Hepatitis" sem quaisquer comentários da minha parte.

TMC435 - É um potente inibidor da protease em desenvolvimento conjunto das empresas Tibotec, Medivir Pharmaceuticals, Janssen. Já se encontra na fase 2-a, de pacientes recebendo o primeiro tratamento e, também, pacientes em retratamento infectados com o genótipo 1. Os pacientes foram randomizados em dois grupos com um total de sete braços.

Asunaprevir - Em pesquisa da Bristol-Myers Squibb se encontra em fase 2-a em dois estudos clínicos, utilizado em um deles em associação a outra droga em pesquisa, o daclatasvir, sendo uma das promessas para tratamento sem utilização do interferon.

BI-201335 - Em desenvolvimento pela Boehringer se encontra atualmente em um dos braços já na fase 3 das pesquisas. É utilizado na forma de uma dose oral ao dia em combinação com interferon peguilado e ribavirina.

ACH-1625 - Potente inibidor da protease desenvolvido pela empresa Achillion Pharmaceuticals em estudos na fase 1-b demonstrou conseguir reduzir rapidamente a carga viral.

Danoprevir - Em pesquisa pela Roche e InterMune Pharmaceuticals oferece possivelmente a esperança de vir a ser um dos possíveis tratamentos sem necessidade da utilização do interferon.

Vanoprevir - Da Merck, tem demonstrado atividade pré-clínica significativa contra os genótipos 1 e 2 da hepatite C.

MK-5172 - Da Merck, conforme os primeiros resultados das pesquisas parece ser um inibidor da protease com atividade nos genótipos 1 e 3 da hepatite C.

ACH-2684 - Da Achillion Pharmaceuticals, mostra nas pesquisas inibição da replicação em todos os seis genótipos da hepatite C.

Daclastavir - Da Bristol-Myers Squibb é um potente inibidor da fração NS5A do vírus, de uso oral. Encontra-se na fase 2-a em combinação com o Asunaprevir.

ACH-2928 - Da Achillion Pharmaceuticals apresenta alta potencia antiviral, se encontrando na fase 1 dos ensaios clínicos.

RG-7128 e 7128 - Estudos conjuntos da Roche e Gilead mostram que na fase 1 da pesquisa demonstram serem drogas seguras e toleráveis. Estudos na fase 2-b em combinação com interferon peguilado e ribavirina se encontram em andamento.

PSI-7977 - Da Gilead se encontra em andamento a fase 2-b sendo utilizado em combinação com interferon peguilado e ribavirina, incluindo 300 pacientes nos Estados Unidos. 

Fonte: Carlos Varaldo - Grupo Otimismo 

Dois novos remédios na rede pública para hepatite C

Telaprevir e boceprevir serão usados por pacientes com cirrose 



Pacientes com hepatite C terão acesso a duas novas drogas na rede pública em 2013, anunciou o ministério da Saúde. O telaprevir e boceprevir serão usados por pacientes com cirrose e fibrose avançadas, população estimada em 5.500 pessoas.

As duas drogas alcançam até 80% de eficácia, contra os cerca de 40% de sucesso da medicação usada hoje.


Dados da doença
A hepatite designa qualquer inflamação do fígado que pode acometer pessoas de ambos os sexos e faixas etárias. Pode ser causada por diversos fatores: vírus (A,B,C, D e E), infecções, abuso de álcool, medicamentos ou drogas, doenças autoimunes. O tratamento pode ser feito à base de remédios aliados a uma dieta pobre em gordura e rica em carboidratos. Entretanto, em sua forma aguda, não existe tratamento.

Dados do ministério indicam que há cerca de 1,5 milhão de brasileiros infectados pelo vírus da hepatite C, responsável por 70% das hepatites crônicas, 40% dos casos de cirrose e 60% dos cânceres primários de fígado. Da infecção até a fase da cirrose hepática, a doença pode passar despercebida por até 30 anos.

Cerca de 33 mil novos casos de hepatites virais são notificados a cada ano no Brasil. O maior número de infecções nos últimos 14 anos é de hepatite B, totalizando 120 mil casos entre 1999 e 2011.

Os dados apontam ainda que a região Sudeste concentra a maioria das notificações da hepatite B (36,3%), seguida pelo Sul (31,6%). A relação sexual, de acordo com a pasta, é a forma predominante de transmissão (52,7%). A doença atinge principalmente a faixa etária de 20 a 39 anos.

No mesmo período, foram registrados 82 mil casos da hepatite C no País. A maior parte das pessoas infectadas vive nas regiões Sul e Sudeste (90%), com destaque para os Estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul, com 56,9% e 13%, respectivamente.

A taxa de incidência da hepatite A vêm caindo significativamente desde 2006. Em 2005, quando ocorreu o ápice da doença, eram 11,7 mil infectados para cada 100 mil habitantes, enquanto que a taxa foi 3,6 mil em 2011. A região Norte aparece com a maior incidência (15,6), seguida pelo Sudeste (1,5). As crianças com 5 anos ou mais são as mais afetadas (36,8%).

A hepatite D acomete somente pessoas que já têm o tipo B da doença. Entre 1999 e 2011, foram notificados 2.197 casos, sendo a maioria na região Norte (76,4%), com destaque para o Amazonas (37%) e o Acre (29,3%).

Fonte: Ministério da Saúde

Eu não poderei fazer o tratamento com Telaprevir e boceprevir , porque graças a Deus não tenho nenhuma lesão no fígado. Fica nossa torcida para aqueles pacientes que receberão, torço para que o tratamento seja eficaz e que consigam a cura. :D

sábado, 28 de julho de 2012

28 de JULHO - HOJE É O DIA MUNDIAL DE COMBATE ÀS HEPATITES VIRAIS!



  • Para o Presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), as hepatites virais são as maiores endemias mundiais.
  • A SBH informa que País não está preparado para enfrentar essa epidemia grave e silenciosa.
  • Estima-se que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas com o vírus da hepatite B, cuja transmissão também é sexual, e aproximadamente 170 milhões com hepatite C.
  • Uma a cada 12 pessoas no mundo está infectada, será que você não é o número 12?
  • o Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais (28 de julho) é uma importante data para falar de uma das doenças que mais matam em todo o mundo.
  • A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2 bilhões de pessoas tenham sido infectadas pelas hepatites virais e cerca de um milhão morrem em virtude da doença todos os anos.
  • Faça o teste, é simples, quanto mais rápido o diagnóstico maior a chance de cura.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Brasil registra cerca de 33 mil novos casos de hepatites virais por ano


Levantamento divulgado hoje (25) pelo Ministério da Saúde indica que cerca de 33 mil novos casos de hepatites virais são notificados a cada ano no Brasil. O maior número de infecções nos últimos 14 anos é por hepatite B, totalizando 120 mil casos entre 1999 e 2011.
Os dados apontam ainda que a Região Sudeste concentra a maioria das notificações da hepatite B (36,3%), seguida pelo Sul (31,6%). A relação sexual, de acordo com a pasta, é a forma predominante de transmissão (52,7%). A doença atinge principalmente a faixa etária de 20 a 39 anos.
No mesmo período, foram registrados 82 mil casos da hepatite C no país. A maior parte das pessoas infectadas vive nas regiões Sul e Sudeste (90%), com destaque para os estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul, com 56,9% e 13%, respectivamente.
A taxa de incidência da hepatite A vêm caindo significativamente desde 2006. Em 2005, quando ocorreu o ápice da doença, eram 11,7 mil infectados para cada 100 mil habitantes, enquanto que a taxa foi 3,6 mil em 2011. A Região Norte aparece com a maior incidência (15,6), seguida pelo Sudeste (1,5). As crianças com 5 anos ou mais são as mais afetadas (36,8%).
A hepatite D acomete somente pessoas que já têm o tipo B da doença. Entre 1999 e 2011, foram notificados 2.197 casos, sendo a maioria na Região Norte (76,4%), com destaque para o Amazonas (37%) e o Acre (29,3%).
Fonte:  Agência Brasil
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Menores de 29 anos devem se vacinar contra a Hepatite B

Dia Mundial contra as Hepatites Virais: 28 de julho

Sábado, 28 de julho, será o Dia Internacional de Combate às Hepatites Virais. A ideia é chamar a atenção dos países sobre a importância da conscientização e do entendimento da população sobre essas doenças virais que provocam inflamação no fígado.
Estima-se que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas com o vírus da hepatite B, cuja transmissão também é sexual, e aproximadamente 170 milhões com hepatite C.
A Hepatite é uma inflamação no fígado, órgão responsável por filtrar as substâncias nocivas do organismo. É uma doença que pode ter várias causas: drogas como o álcool e medicamentos e, principalmente por vírus. As de maior relevância no Brasil são as hepatites A, B e C. A hepatite A, em geral, tem um curso benigno e sem repercussões mais graves. Raramente evolui para casos com necessidade de transplante de fígado. A hepatite B pode requerer acompanhamento e tratamento devido ao risco de cirrose e câncer primário do fígado, mas não sempre. Já a hepatite C é silenciosa, isto é, os portadores geralmente não apresentam qualquer manifestação clínica.
Em grande parte dos casos, as hepatites virais são doenças silenciosas, o que reforça a necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os vários tipos de hepatites. Geralmente, quando os sintomas aparecem à doença já está em estágio mais avançado. E os mais comuns são: febre, fraqueza, mal-estar, dor abdominal, enjoo/náuseas, vômitos, perda de apetite, urina escura (cor de café), icterícia (olhos e pele amarelados), fezes esbranquiçadas (como massa de vidraceiro).
Hepatite B
A Hepatite do tipo B é uma doença infecciosa cujo vírus VHB está presente no sangue, no esperma e no leite materno, sendo considerada uma doença sexualmente transmissível. As vias de transmissão são: por relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada, da mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação, ao compartilhar material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos), de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou de confecção de tatuagem e colocação de piercings, por recepção de sangue contaminado.
A maioria dos casos de hepatite B não apresenta sintomas. Mas, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de um a seis meses após a infecção. O diagnóstico da hepatite B é feito por meio de exame de sangue específico.
Previna-se
Basta tomar as três doses da vacina, usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, material de manicure e pedicure, equipamentos para uso de drogas, confecção de tatuagem e colocação de piercings. O preservativo está disponível na rede pública de saúde. Além disso, toda mulher grávida precisa fazer o pré-natal e os exames para detectar a hepatites, a AIDS e a sífilis. Esse cuidado é fundamental para evitar a transmissão de mãe para filho.
Vacina contra a Hepatite B
Atualmente, o Sistema Único de Saúde disponibiliza gratuitamente vacina contra a hepatite B em qualquer posto de saúde. Mas, é necessário: ter até 29 anos; pertencer ao grupo de maior vulnerabilidade (independentemente da idade) - gestantes, trabalhadores da saúde, bombeiros, policiais, caminhoneiros, manicures, populações indígenas, doadores de sangue, gays, lésbicas, travestis e transexuais, profissionais do sexo, usuários de drogas, portadores de DST. A imunização só é efetiva quando se toma as três doses, com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.

EVENTOS SOBRE HEPATITES VIRAIS EM SERGIPE:
SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO EM HEPATITES VIRAIS SOBRE PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO LABORATORIAL E TRATAMENTO DIRIGIDO AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE.
DATA: 26 de julho 2012
LOCAL: Centro de Convenções - CIC (ao lado do Teatro Tobias Barreto)
HORÁRIO: 08 às 12 h
OFICINA PARA PROFISSIONAIS DE BELEZA E TATUADORES SOBRE AS HEPATITES VIRAIS E SUAS INTERFACES COM PROFISSIONAIS DE SALÃO DE BELEZA E STÚDIOS DE TATUAGEM E BODY PIERCING, COM DISPONIBILIZAÇÃO DA VACINA CONTRA A HEPATITE B.
DATA: 30 de julho 2012
LOCAL: Centro de Convenções - CIC (ao lado do Teatro Tobias Barreto)
HORÁRIO: 14 às 17 h

Fonte: Infonet - Almir Santana

sábado, 21 de julho de 2012

Ipsemg realiza campanha contra Hepatite C


O Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) realiza entre os dias 23 e 27 de julho, no Centro de Especialidades Médicas - Rua Domingos Vieira, 488 - Santa Efigênia, em Belo Horizonte, de 8h as 18h, uma campanha para detecção do vírus da Hepatite C, uma doença virótica, de evolução lenta e silenciosa que, se não for diagnosticada precocemente e tratada, pode causar complicações das funções hepáticas, cirrose e câncer de fígado.

Durante a campanha, os beneficiários do Ipsemg vão fazer o teste para verificar a presença de anticorpos do HVC. O exame é feito com uma gota de sangue. Se o resultado for positivo, o beneficiário será encaminhado diretamente para o médico especialista (sem a necessidade de realizar previa marcação de consultas), que pedirá os exames complementares de diagnóstico necessários e iniciará o tratamento. O resultado do teste será liberado em cinco minutos e os beneficiários têm a garantia do sigilo.

A Organização Mundial de Saúde estima que cerca de 170 milhões de pessoas em todo o mundo deve estar infectada com o vírus (VHC), que foi identificado em 1989. No Brasil, a estimativa é de que haja aproximadamente três milhões de portadores do vírus da Hepatite C, que é transmitido, na maioria dos casos, pelo contato com sangue contaminado, por meio de materiais perfuro cortantes como agulhas, alicates de unha, piercings, entre outros. A doença também pode ser transmitida por via sexual e de mãe para filho. Para fazer o teste de detecção da Hepatite C, é necessário apresentar o Cartão de Beneficiário do Ipsemg.

Fonte: Jornal Agora.